11 Jul Pastor Silas Malafaia: "Eu vou dar meu apoio ao Everaldo"

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Em minhas viagens pelo Brasil, tenho me reunido com lideranças de vários segmentos deste País. Neste dia 10 de julho, no Rio de Janeiro, a reunião foi com lideranças evangélicas. O senador Magno Malta, que já havia declarado seu apoio à nossa candidatura anteriormente, nos convidou para uma reunião com o Pastor Silas Malafaia e várias lideranças: Pr Jabes Alencar (AD Bom Retiro), Pr Flamarion Rolando (Igreja do Evangelho Quadrangular), Pr Abner Ferreira (AD Madureira), Pr Michael Aboud (Igreja Embaixada do Reino de Deus), Ap Cesar Augusto (Igreja Apostólica Fonte da Vida), Pr Wilton Acosta (Presidente do FENASP - Frente Nacional Cristã de Ação Social e Política) e outros. Nós apresentamos ao seleto grupo nossas propostas para a população brasileira. E eles declararam que vão apoiar a nossa candidatura, o que me deixou muito satisfeito e ainda mais empolgado com o crescimento da aceitação de nossa proposta de fazer um governo cujo foco será servir à família e ao cidadão brasileiro.

 

Leia a seguir a declaração de apoio do Pastor Silas Malafaia, numa entrevista após a reunião:

"Sou amigo do Everaldo há 30 anos, não é algo que começou ontem. Então eu tenho uma afinidade com o Everaldo. Evangélicos, católicos e as pessoas da sociedade em geral, na eleição, vão se aglutinando com as candidaturas que os representam. Pelos valores, como a família, que perduram. E a defesa da família não tem a ver com a crença evangélica, mas sim com a civilização humana. Então por causa desses valores as pessoas vão se agregando em torno das candidaturas."

"Acredito que o Everaldo ainda tem um campo gigante pra crescer, porque grande parte da sociedade brasileira acredita nesses valores que o Everaldo tem pregado."

"Sim, eu vou dar meu apoio ao Everaldo. Os seres humanos, uns têm mais influência, outros têm menos influência... Eu tenho uma certa influência. Ninguém tem influência total. Mas eu vou usar a minha certa influência para influenciar outras pessoas que pensam como eu. Isso é natural na sociedade, é o jogo político."

"Essa reunião foi para conversar sobre o Brasil, suas demandas, tudo que está acontecendo, a crise econômica... e a gente é cidadão, eu tenho uma empresa com 300 funcionários... eu sei o que é crise. Não estávamos falando de igreja. Eu não estou aqui preocupado com princípio religioso. Conversamos sobre o pensamento do Estado tirar a mão de coisas que quando bota a mão vira antro de corrupção, de safadeza, de molecagem. E vem um nacionalismo idiota, que não tem nada a ver, porque se a gente ama o nosso País, quanto menos o Estado estiver com a mão em coisas que a iniciativa privada poderia tocar, melhor... então conversamos sobre essas coisas que o Everaldo defende e que são interessantes. Sobre um falso nacionalismo que diz "isso aqui é nosso". O que é nosso? Um covil de corruptos, de ladrões, de bandidos, que usa empresas do Brasil tão fenomenais que temos para fazer cabide de empregos. Isso é nacionalismo? Enfim, nossa conversa foi sobre esse conjunto de violência, questões de maioridade penal, sobre esses assuntos que envolvem a sociedade brasileira, e não apenas um ponto de vista religioso."