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O presidente do PSC, pastor Everaldo, e a delegação de autoridades brasileiras lideradas por ele em visita a Israel, tiveram um encontro com Shmuel Rabinovitch, rabino-chefe em Jerusalém que cuida de um dos principais locais sagrados da cidade, o Muro das Lamentações.

O gesto de atenção e carinho aconteceu na terça-feira, 10 de maio, e em retribuição à deferência do rabino, que deixou o seu gabinete para estar com o grupo de brasileiros, o pastor leu para ele o Salmo 122.

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O presidente do PSC, Pastor Everaldo, foi recebido ontem (dia 8), em Jerusalém, pelo presidente do Knesset, o Parlamento Israelense, Yuli Yoel Edelstein. Durante a audiência, Everaldo afirmou que um dos compromissos do vice-presidente Michel Temer, ao assumir a Presidência da República, é restabelecer as relações diplomáticas entre Brasil e Israel. Em setembro de 2015, o governo brasileiro rejeitou a indicação do diplomata Dany Daian para representar o governo de Israel no Brasil, criando um incidente diplomático ainda sem solução.

Seis parlamentares integram a delegação do PSC em Israel: os deputados federais Jair Bolsonaro (RJ) e seu filho, Eduardo Bolsonaro (RJ). Os deputados estaduais fluminenses Flávio Bolsonaro, Felipe Soares (RJ) e Noraldino Júnior (MG), além do vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e da secretária de desenvolvimento do Ceará, Nicolle Barbosa.

“O objetivo da visita é conhecer setores em que Israel, a única democracia do Oriente Médio, é líder global, como tecnologia, agricultura e segurança”, diz Everaldo, que tem na comitiva pelo menos três pré-candidatos a cargos no Executivo, sendo o principal deles o deputado federal Jair Bolsonaro, virtual pré-candidato à Presidência da República em 2018.

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Na terça-feira, 15, tive a honra de acompanhar o embaixador israelense Rafael Eldad em visita ao gabinete do Vice-Presidente da República Michel Temer. O embaixador levou a Temer um convite oficial de Israel para que visite a Terra Santa.

O encontro aconteceu em Brasília. Pouco antes, participei de um café da manhã na Embaixada de Israel, também na capital federal.

Tenho convicção da quantidade e qualidade dos bons resultados para o povo brasileiro de uma aproximação maior dos governos do Brasil e de Israel. Assim, continuamos trabalhando neste objetivo.

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O nome Israel é derivado do patriarca Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão, a quem Deus chamou de Ur, Mesopotâmia, para uma terra, local onde Deus não só faria de Abraão uma descendência próspera, mas desenvolveria o seu plano divino de salvação. Ao libertar o povo hebreu do Egito, através de Moisés, Deus introduziu, no comando de Josué, Israel na Palestina. Com Israel na Terra Prometida, temos o período dos Juizes e dos Reis. Em 1028 a.C., Saul instituiu a monarquia; seu sucessor, o rei Davi, unificou as tribos e fez de Jerusalém a capital da nação, por volta do ano 1.000 a.C. Solomão, sucessor de Davi, transformou o reino numa florescente potência comercial e construiu em Jerusalém o Templo do Deus Único de Israel. Após o rei Salomão, houve o Cisma (divisão dos reinos), com Israel, ao Norte, que foi consumido pelo Império Assírio; e Judá, ao Sul, subjugado pelo Império Babilônico (com Nabucodonosor). Com Ciro, rei da Pérsia, finda o exílio de Judá e começa o retorno para a reconstrução de Jerusalém e do território. Em 63 a.C, novamente os judeus são dominados pelos romanos, até 70 AD, quando ocorre a destruição total de Jerusalém, sendo os judeus levados cativos para Roma, a capital do Império. De 70 a 1948, os judeus não puderam desfrutar do seu território como nação. O movimento sionismo (desejo de voltar a Sion, sinônimo de Jerusalém e da Terra de Israel) leva a ONU criar o Estado de Israel, oficializando o retorno dos judeus à antiga Terra Prometida. Antes disso, o nazismo alemão sacrificou mais de 6 milhões de judeus, incluindo 1,5 milhão de crianças. Com o regresso, os judeus constroem o moderno Estado de Israel.