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O Brasil passa por um momento de transformação. A sociedade clama por mudanças e reformas em várias áreas. O Partido Social Cristão (PSC) tem a certeza de que, antes de qualquer movimento, é preciso repensar nosso modelo político. É hora de modernizá-lo, tornando-o mais racional e próximo dos eleitores, atendendo de forma mais eficaz aos anseios da sociedade.

Uma das principais distorções do sistema atual é o mecanismo flexível de coligações em eleições proporcionais. Nos moldes de hoje, os eleitores desconhecem o destino de seu voto, que na maior parte das vezes serve para eleger um candidato distante de sua linha ideológica.

O fim das coligações nas eleições proporcionais é, portanto, o primeiro ponto que defendemos numa reforma política.

No mesmo caminho, acreditamos que é necessário estabelecer um mecanismo de cláusula de desempenho. Uma democracia forte é feita de partidos fortes e de uma representação efetiva dos segmentos da sociedade no Parlamento. Os partidos devem buscar esse caminho, dando ampla publicidade às suas linhas programáticas.

Será preciso criar um modelo de transição, no qual os partidos tenham tempo para ajustar suas estruturas e apresentar ideias. Todavia, é inevitável o aumento gradativo, a cada eleição, da proporcionalidade. Isso evitará a proliferação de partidos com pouquíssima representatividade no Congresso.

Sobre as eleições majoritárias, entendemos que o tempo de televisão deveria representar a soma dos minutos disponíveis somente para o partido do candidato e de seu vice.

É esse o caminho para valorizar as coligações programáticas em detrimento das uniões oportunistas que geram distorções na formação de maiorias e, principalmente, na implementação de políticas depois que uma chapa é eleita.

Quanto ao financiamento das legendas, defendemos o fim do fundo partidário. Partidos políticos não devem ser sustentados por meio de recursos de impostos, mas sim por contribuições daqueles que comungam dos mesmos ideais e objetivos. Não é função dos pagadores de impostos financiar partidos.

Como consequência do fim do fundo partidário, defendemos também a retomada das doações empresariais, com a limitação de que sejam realizadas somente para as legendas, não para candidatos.
Dessa forma, em ano eleitoral, as doações seriam permitidas até 30 de junho -antes, portanto, das convenções partidárias que definem os candidatos. As siglas, portanto, seriam incentivadas unicamente pela força de suas ideias.

Precisamos de partidos fortes, alianças programáticas e ideias claras -caminho para uma democracia robusta, que fornece voz aos diversos setores da sociedade.

Esse é o primeiro passo de um conjunto de reformas necessárias ao Estado brasileiro, que precisa ser mais enxuto, eficiente e racional. O PSC acredita na robustez de seu programa para estabelecer-se como uma alternativa política sólida, capaz de operar as mudanças buscadas por nossa sociedade.

Crédito da imagem: @wikimedia Commons

Artigo do Pastor Everaldo publicado, originalmente, no jornal Folha de S. Paulo

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Quando o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal, anunciou, no Senado Federal neste histórico 31 de agosto de 2016, o impeachment da presidente Dilma Rousseff por 61 votos a favor e 20 contra, pensei que era hora de o Brasil seguir em frente.

Com esta mudança de direção no governo, readquire-se a governabilidade e os milhões de desempregados poderão ter esperança na volta do crescimento econômico e retomada das vagas de emprego e sustento para suas famílias.

No mesmo dia, Michel Temer tomou posse em definitivo como presidente da República, em sessão solene do Congresso Nacional, no plenário do Senado. Comemoramos essa data histórica do nosso país. E nós do PSC continuaremos trabalhando para retomar o crescimento econômico e social do Brasil!

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O Partido Social Cristão por sua natureza e princípios não compactua com qualquer afronta à dignidade humana e vem a público manifestar sua indignação ante ilações criminosas perpetradas contra dirigentes partidários, as quais não resistem à menor averiguação.

Houvesse qualquer base factual inquestionável, o partido já teria tomado uma atitude punitiva contra seus próprios membros.

Claramente, porém, essas declarações passam longe da verdade. Aliás, os antecedentes da acusadora já apontam para uma mente fantasiosa, fortemente inclinada para a mentira.

Assim:
Declarou em boletim de ocorrência que foi estuprada três vezes, em três dias seguidos, por um mesmo autor desconhecido. Porém, em seus relatos públicos, ela afirma que esfaqueou o autor e que este se encontra preso.

Na compulsão de denunciar, já registrou outros boletins de ocorrência contra inúmeras pessoas, que resultaram arquivados por falta de comprovação.

O seu relato atual é confuso e descomprometido com as provas. Diz que sofreu, além da tentativa de estupro, agressão física e lesão corporal, mas não apresentou qualquer laudo de corpo de delito.

Promoveu acusações, desmentiu e depois desmentiu o desmentido. Disse que foi desfiliada pelo partido a título de represália, quando, na verdade, nunca foi filiada ao PSC, pois não apresentou os documentos essenciais para a filiação.

Afirma ser jornalista, trabalhar na ONU e ser líder do PSC Jovem em Brasília. Na verdade, não tem nível superior, nunca esteve na ONU e não pode ser líder de um partido ao qual nunca foi filiada.

Não surpreende, pois, que, de mentira em mentira, tenha evoluído para a mais grosseira e abjeta afirmação de toda essa história mal construída: a de que teria sido aliciada pelo partido para receber vantagens materiais em troca do seu silêncio.

Ela foi recebida coletivamente por membros da Executiva Nacional que, pacientemente, ouviram seu relato e recomendaram que procurasse a Justiça, uma vez que a Executiva é uma instância política.

A mentira e o oportunismo político não podem prosperar. O PSC irá até as últimas consequências para garantir que os fatos sejam corretamente apurados. E, neste momento, representado pelo seu advogado, comparece à 1ª Delegacia do DF para registrar as ocorrências delituosas praticadas pela acusadora, com vistas às providências legais cabíveis.

Marcondes Gadelha - presidente
Denise Assumpção - membro, representando o PSC Mulher
Samuel Oliveira - membro, representando o PSC Jovem

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O presidente do PSC, pastor Everaldo, e a delegação de autoridades brasileiras lideradas por ele em visita a Israel, tiveram um encontro com Shmuel Rabinovitch, rabino-chefe em Jerusalém que cuida de um dos principais locais sagrados da cidade, o Muro das Lamentações.

O gesto de atenção e carinho aconteceu na terça-feira, 10 de maio, e em retribuição à deferência do rabino, que deixou o seu gabinete para estar com o grupo de brasileiros, o pastor leu para ele o Salmo 122.